sábado, 6 de fevereiro de 2016

A procura da felicidade


Um homem não conseguia encontrar a felicidade em lugar nenhum.
Um dia ele resolveu sair pelo mundo à procura da felicidade.
Fechou a porta da sua casa e partiu com a disposição de percorrer todos os caminhos da terra,até encontrar o lugar de ser feliz.
Aonde chegava reunia um grupo a quem explicava os planos que tinha para ser feliz.
Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas,onde haveria montes de ouro.
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia.
No dia seguinte novamente partia.
Assim,foi percorrendo cidades e cidades,de país em país,anos a fio.
Mas um dia percebeu que estava ficando velho sem ter encontrado a felicidade.
Seus cabelos tingiam-se de branco,suas mãos estavam enrugadas,suas roupas esfarrapadas,os calçados aos pedaços.
Além disso,estava cansado de procurar a felicidade,tão inutilmente.
Enfim,depois de muito andar,parou em frente de uma casa antiga.
As janelas de vidro estavam quebradas,o mato cobria o canteiro do jardim,a poeira invadia quartos e salas.
Ele olhou e pensou que ali,naquela casa desprezada e sem dono,ele construiria a sua felicidade:arrumaria o telhado,colocaria vidro nas janelas,pintaria as paredes,cuidaria do jardim.
"Vou ser feliz aqui" disse ele.
E o homem cansado foi andando até chegar a porta.Quando entrou,ficou imóvel,perplexo!!!
Aquela era a sua própria casa,que ele abandonou há tantos anos à procura da felicidade.
Então ele compreendeu que de nada tinha adiantado dar a volta ao mundo,pois a felicidade estava dentro da própria casa e ele não tinha percebido.


                             

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Vamos Fazer Nossa Parte

“O destino não é uma questão de sorte; é uma questão de escolha.
Não é algo pelo que se espera, mas algo a alcançar”.  
Nas milhões de palavras escritas por William Shakespeare, há uma citação que é  uma lança criativa, porque é aguçada e vai direto ao ponto. Acho que se aplica de modo especial àqueles que se consideram injustiçados pela sorte. 
Como é que você se vê? Como uma pessoa de sorte, ou como alguém para quem “nada dá certo”? Acha que é daqueles que tiram o máximo das coisas boas da vida? Ou acha que está entre os que têm de carregar um peso maior de tristezas do que seus ombros mereciam? 
A “sorte”, somos nós que a fazemos, boa ou má, de acordo com o nosso comportamento (pensar, planejar e agir). Shakespeare consegue resumir tudo numa frase de Júlio César, quando diz: “Os homens, em certos momentos, são senhores de seus destinos. O erro, caro Brutus, não está nas estrelas, mas em nós”. 
Seríamos, sim, senhores de nossos destinos, se aprendêssemos a converter pensamentos em ações, direcionando-as no sentido de dar vida ao potencial criativo que há em nós. 
Tudo dá certo, sempre que alinhamos pensamento e objetivo: são aqueles momentos em que nos tornamos senhores de nosso destino.
Se fosse possível fazer voltar o passado, todo o passado, para que pudéssemos tê-lo a nossa frente como uma cena de teatro, e o analisássemos nos mínimos detalhes, seria fácil ver onde erramos. Seria facílimo perceber em que ponto do caminho deixamos a trilha certa, para seguir o imprevisível caminho de uma estrela qualquer. 
Então, sim, veríamos onde estava o erro. O nosso erro. Sim, porque quem escolheu o caminho fomos nós.. Somos nós os responsáveis pelas nossas escolhas, certas ou erradas, que constroem ou destroem um sonho.
O sucesso não depende tanto das influências externas quanto das atitudes e resoluções interiores. Nosso destino não está nas estrelas, mas nas nossas próprias mãos. Podemos não ter o poder de mudar o mundo, mas podemos mudar a nós mesmos.
“Homens e mulheres são limitados não por seu lugar de nascimento, nem pela cor de sua pele, mas pelo tamanho de sua esperança”.

Que tenhas um ótimo dia.
Beijos!!!
ABEL CEARENSE
                            

domingo, 6 de dezembro de 2015

Limpando as gavetas


Estava precisando fazer uma faxina em mim... 
Jogar alguns pensamentos indesejados fora, lavar alguns tesouros que andavam meio que enferrujados... 
Então tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais!!!Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões... 
Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca dei; joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que nunca li, relevei tudo que me fizeram... 
Olhei para os meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas... e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas. 
Fiquei sem paciência!!!Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de alguns amigos, lembranças de um dia triste...Ingratidões sofridas...
Mas lá também havia outras coisas... e belas!!!Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças. 
Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas...Joguei direto no saco de lixo os restos de uma amizade que me magoou. 
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se as envio para o lixão. 
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante! 
Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos...O altruísmo...A caridade... Como foi bom relembrar tudo aquilo!!! 
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, energizei a minha fé...passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista. 
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças de um passado não muito distante, e vi o que deveria fazer:RECOMEÇAR




 

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O que precisamos na vida?

Em nossa vida precisamos de muito pouco...
Uma borracha, para apagarmos as más lembranças,
Uma tesoura para podar o que nos impede de crescer,
Lentes corretoras, que nos possibilitem enxergar o próximo e a natureza com amor,
Agulhas grandes para tecermos nossos sonhos e ilusões
Um zíper que abra nossas mentes quando procuramos respostas...
Outro para fechar nossas bocas quando se fizer necessário
Um outro para abrir nosso coração...
Um relógio, para nos mostrar que é sempre hora de amar.
Um rebobinador de filmes, para recordarmos os momentos felizes.
Sapatos da moral e ética, para pisarmos com firmeza e segurança por onde quer que formos,
Enfim, um espelho, para admirarmos uma das obras mais perfeitas de Deus...
Nós mesmos!!!

Que tenhas um ótimo dia e uma excelente semana.
Beijos!!!
ABEL CEARENSE